Meu rosto é um porto de um navio qualquer, sem tripulantes nem velas, restam somente pedaços de seu casco atracados na rasa maré, jã não caem lagrimas para repor as águas do rio, não houve na despedida quem sorriu, não houve lágrimas pois ninguém partiu, sou só eu e os fortes ventos da primavera, ansioso pretendente a prestigiar atento o forte sopro de vida, esvaindo-se por meio das folhas que caem sob a terra fria, gélida, quase tão mórbida quanto minhas memórias...
- Thiago Rafael.
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