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Sob o deleite de vénus.
Esta história baseia-se na união de fatos reais e de alguns pensamentos que tomam-me a mente quando tido o intimo feminino sob o alcance dos olhos ocupando-me a mente com libertos pensamentos, não há nenhum toque fantasioso, tudo aqui, em mim, são fatos reais pois da realidade sobrevive o ereto intimo e sob ela gozo de prazeres tidos como moribundos a quem veio a este mundo com o dom da hipocrisia...
Mais um verão chuvoso alcança-nos o telhado, o som que o gotejo do céu emite evita-nos ficar calados, você do lado de fora gritando meu nome, de cá eu deitado encarando o céu de meu quarto com o volume no mais alto tom, recebo sua mensagem suplicando que abra-lhe o portão, enquanto caminho pelo beco sentindo os respingos da chuva tocar-me o ombro, ao fundo em plano sonoro seus gritos chamando-me ofensivamente por todos os nomes, o mais respeitoso deles era vagabundo, encarando seu olhar profundo beijo-lhe a boca ao abrir o portão, você sem permitir-me segurar sua mão adentra a casa resmungando coisas relevantes sobre como foi seu dia, ao chegar em meu quarto retira os sapatos pousando os pés sob a cerâmica fria, adentro pouco depois já atrasado pois estava prestes a retirar-lhe a blusa, seguro-a pelos braços e lentamente abaixo-os encostando meu queixo em seu ombro suado, ao pé do ouvido sussurro-lhe coisas sacanas, elogiando sua bunda, o volume gentil de seus seios, as linhas de tua boca e quão macia ela desliza-se sob meu pau, elogio-te estranhamente chamando-a de gulosa, safada, vadia e percebo um sorrisinho faceiro surgindo em sua face, no fundo eu sei que você gosta e com isso atrevo-me a desta vez eu mesmo retirar-lhe a roupa, aos poucos retiro sua blusa deslizando meus pelos faciais em suas costas nuas até alcançar-lhe novamente o ombro, deslizo minha língua nas costas de tua orelha sabendo que isso causa-lhe imenso arrepio, ouço de ti o primeiro suspiro ofegante, neste instante levo minha mão direita ao teu seio já despido, acaricio-lhe coxas, orelha e seios no mesmo instante, sinto escorrer em tuas coxas teu prazer umedecido, recolho o liquido com a ponta dos dedos e levo-lhe a boca tua e a minha, então aos poucos adentro tua calcinha sentindo tua buceta molhada reclamando o meu corpo adentrar no seu, te penetro um, dois, três dedos por trás, acaricio as carnes em volta, tuas nádegas e por fim penetro-lhe intensamente, curvo-me para causar-lhe mais prazer com o toque, minha boca agora ocupa-se em lamber-lhe as covinhas de teu quadril, a esquerda mão apertando-lhe as coxas em sua parte frontal trazendo-a para perto de mim, levo-me a tua virilha e penetrando-lhe por trás com a esquerda acaricio-lhe o clitóris, você debruçada sob a cama com as mãos apertando lençóis e colchão exala prazerosos gemidos ácidos que deixam-me enlouquecido, furiosamente sem nenhuma gentileza abaixo-lhe o short deixando-a de calcinha e empurro-lhe sob a cama, de quatro me encaras olhando por cima do ombro com este olhar que sabes que venero, deixo-me nu e debruço-me sob teu corpo, sentes-me aquecido, rígido e umedecido sendo abraçado por tuas nádegas, indo e vindo massageando-lhe a bunda sinto-o adentrar sua calcinha ousadamente, minhas mãos ocupadas segurando-lhe a nuca, fastando os finos fios de cabelo, mordo-lhe o pescoço sem aviso prévio e o que vejo são suas mãos cravando-me a pele com suas unhas medianas, você gosta de ser mordida mas odeia a sensação após o sexo, me reclama pois sempre que desliza os dedos na nuca sente as dores e no mesmo instante lhe vem a vontade de dar para mim outra vez mas não pode, recolho os caninos penetrados em sua pele e gentilmente na mesma região acaricio-lhe com a língua, pincelando meus pelos faciais em tua pele umedecida pela saliva, levo minhas mãos ao teu quadril e de forma gentil retiro-lhe a calcinha até a altura do joelho, permito-me que os dedos os pés encarreguem-se de tirar o resto, volto as mãos ao seu quadril deixando-a empinada e já umedecida sente-me adentrar-lhe a buceta sem bater-lhe a porta, rígido também umedecido não enfrenta dificuldades em penetrar-lhe, em movimentos inicialmente leves vou e venho encostando o caule do pau em suas nádegas quando em sua buceta permanece apenas a cabecinha, sem que espere adentro-lhe com toda força segurando firme os cabelos próximos a sua orelha, repito movimentos tais e guio meus lábios até sua outra orelha, lambendo-a, respirando ofegante fazendo-a provar de meu prazer, mordidas leves perdidas vezes em seu ombro, na nuca e volto a aperta-lhe as carnes das coxas bem próximo ao teu quadril, atento-me a riqueza dos micro detalhes de teu gemido que soam-me feito romântica canção erotizada pelos pervertidos, parte de mim estremece de tanto prazer ao ver-lhe em tal posição, pego-lhe pela perna direita e giro-lhe deixando-a frente a mim, teus olhos nos meus volto a penetrar-lhe gentilmente, levo sua mão direita ao clitóris enquanto a sua esquerda encarrega-se de acariciar-lhe os mamilos, indo e vindo lentamente, gentilmente vejo-a fechar os olhos repetidas vezes sempre que sente-o por inteiro invadindo delicadamente sua buceta, lábios de vénus rosados em seu interior, umedecidos pelo prazer que lhe faz suar, de nossos corpos começa a soar estranhas melodias que formam-se conforme nossos corpos deslizam um no outro, sinto o diferente gosto ao tocar-lhe os lábios, seu beijo misturado com o suor provoca em mim o desejo de sentir-lhe o intimo abraçando minha língua enquanto acaricio-lhe, atendo ao meu desejo deslizando por seu corpo primeiramente sob os seios os pelos de meu rosto seguidos de minha língua recheada de saliva, fruto do prazer que acumula-se em mim deixando-me com água na boca, satisfaço-me de seu intimo e regresso aos teus lábios dotado de um novo gosto, ao beijar-lhe faço-lhe sentir o visgoso liquido que exala de ti, teu gozo certamente presumo, ao beijar-lhe você debruça-me sob a cama e gentilmente desliza sua boca por meu corpo, mordendo-me, lambendo-me, sorrindo ainda com os lábios colados em mim, sinto-lhe degustando-me colocando-o o mais profundo que sua garganta o recebe, encara-me perdidas vezes apreciando-o como se fosse-lhe um doce, um de seus mimos prediletos, audaciosamente encosta os lábios no caule e ao tira-lo da boca deixa deslizar sob seus seios aos montes a saliva que preenchia-lhe a boca, sinto a ponta de sua língua deslizando-o levemente até minha virilha, suas mãos acariciando-me as pernas perdidas vezes apertando-me as carnes, então sem que esperasse você crava em meu abdome suas unhas e leva-o novamente a boca, desta vez mais rápido, sinto seus dentes arranhando-o gentilmente sem feri-lo, deixa-o sair de sua boca e encarando-me com um olhar lupino sorrir, aos poucos sinto suas unhas percorrendo meu corpo e seu quadril envolvendo-se no meu, com sua mão direita guia-o adentrando-o em sua buceta, aos poucos esboça um rebolado lento, cansado e preguiçoso, então pouco depois ganhando forma, movimento, vejo-a cada vez mais veloz, mais intensa, suas mãos apoiadas em meu peito fazem-lhe empinar a bunda de tal jeito que percebo-a através do espelho, encaro-a através dele e a sua frente vejo-me penetrando-a por trás, sua bunda ereta subindo e descendo, batendo fortemente as coxas com suas nádegas, dou-lhe então o primeiro tapa, você reage com um intenso e longo gemido, morde os lábios e me encarando com seu olhar lupino ordena-me bater-lhe outra vez, atendo-a inúmeras vezes até sentir os volumes sob sua pele que formam-se agressivamente cada vez que bato-lhe mais forte, então um ultimo tapa e vejo-a debruçar sob mim, sinto seus seios encostados em meu corpo, os mamilos eretos de tanto tesão, o corpo suado de tanto esforço, cansada pego-lhe pelo pescoço e levo-lhe outra vez aos lençóis, o intenso silêncio da madrugada remetia-nos a sensação de estarmos a sós neste mundo e sem que percebesse penetrei-lhe outra vez o mais profundo que pude e vir-lhe outra vez os olhos fechar, pareceu transportar-se daquele momento para outro lugar, seu corpo ficou mais leve, seu toque mais suave, sua boca entreaberta respirava lentamente e dei por mim que precisavas naquele momento que a penetrasse gentilmente, então desta vez indo e vindo lentamente senti seu gozo alcançar-me as coxas e por fim gozando logo em seguida comprei minha passagem só de ida ao lugar onde você estava, deitados um sob o outro, sentindo seus dentes expostos colados em minha pele, o sorriso que formou-se antes que adormecesse sob mim, quisera este momento nunca ter fim, que o gozo não tivesse vencimento, momento certo de vim, que o intimo estivesse sempre ereto e teus lábios de vénus umedecidos, faríamos amor quantas vezes o dia nos permitisse e se isso deixasse de ser crendice eu seria o homem mais feliz do mundo...
- Thiago Rafael.
Correnteza.
Sentado a beira do rio,
Meu corpo goteja,
Da face desfaz-se o disfarce,
Sob a sombra da laranjeira.
O canto do pássaro já sem sentido,
O tristonho semblante tornando-se abrigo,
O ombro amigo ausente,
O mundo cheio de gente, ao meu lado o vazio...
- Thiago Rafael
Meu corpo goteja,
Da face desfaz-se o disfarce,
Sob a sombra da laranjeira.
O canto do pássaro já sem sentido,
O tristonho semblante tornando-se abrigo,
O ombro amigo ausente,
O mundo cheio de gente, ao meu lado o vazio...
- Thiago Rafael
Ausentes unidos.
São apenas sopros de vida, despejo em mim sob as costas nuas os vestígios de outrora que remetem-me o fardo no toque da água fria, o silêncio que dizia mais que o canto, o encontro do nada fazer com o dizer dito pelos olhos, impostor batimento do peito que acelera ao te ver, não ter você tornou-se um egoísta desejo e tudo que vejo trás-me a mente o teu sorriso, novamente entrego-me a desventura de encarar o céu em suas vermelhas nuvens, a pelugem felina que faz-me espirrar e lagrimejar pois a isso posso culpar antes de admitir a mim mesmo razão qual a solidão lamenta, a música de bela letra que me atormenta, o descanso que não vem com o sono, quanto mais durmo mais em ti sonho...
- Thiago Rafael
- Thiago Rafael
Fervorosa embriaguez de nós sob lençóis.
Estava deitado ainda sonolento quando entrou pela porta já entre-aberta, vestida com uma camisa minha que havia esquecido em sua casa, por baixo apenas uma fina calcinha, a que eu mais gostava quando você usava, ajoelhou-se ao pé da cama e sem muito pensar aos poucos começou a beijar-me o ombro, então o pescoço até alcançar meus lábios, enquanto beijava-me peguei-lhe pelo braço e puxei-lhe para cima da cama, você sem exitar passou as pernas sob mim encostando seu intimo próximo ao meu umbigo e o bumbum encima do meu intimo, exitou o beijo inclinando-se para trás, colocou as mãos em meu joelho e começou a rebolar lentamente sob meu intimo até que o sentisse entre suas nádegas, a calcinha fina deixava-lhe quase despida sob minha cueca, voltou uma das mãos e ainda rebolando sob ele começou a acariciar-me o caule do intimo, era possível sentir sua intimidade gotejando, escorrendo entre minhas virilhas, levou suas mãos até meu peito e fastando-se para trás pôs seu intimo sob o meu, massageando-o com seu rebolado, pegou-me pelos punhos e levou as palmas de minhas mãos diretamente aos seus seios ainda cobertos pela camisa de minha banda preferida, você no fundo sabia que isso deixaria-me louco, aos poucos deslizando minhas mãos pelo seu quadril levou-me até suas coxas e encarando-me com certo ar de selvageria ordenou-me apertar-lhe as carnes e encarar-lhe faminto por seu intimo, então pude sentir suas unhas adentrar em minha pele e seu intimo gotejar cada mais mais intensamente sob meu corpo, joguei-lhe para baixo e domando-a segurei-lhe os punhos enquanto meus dentes encarregavam-se de despir-lhe, levantei-lhe a camisa até a altura dos seios e em círculos finitos pincelei teus mamilos deixando-os eretos, encarando-me bem como teus olhos fizeram instantes antes, enquanto lábios e língua encarregavam-se de teus seios atrevi-me a levar-lhe ao intimo meus dedos recheados de tua saliva, adentando aos poucos tua calcinha alcancei-lhe o clitóris e massageando-o suavemente lhe roubei o primeiro gemido ácido, da altura dos teus seios encarava-lhe por baixo observando tua boca entre-aberta respirando ofegantemente, lentamente deslizando lábios e meus pelos faciais por tua barriga até alcançar-lhe o quadril a vi ainda mais ofegante, ao sentir-me adentrando em tuas coxas deslizando meus pelos faciais em tua virilha ergueu-se ficando sentada e sem que pudesse respirar outra vez de tal modo puxei-lhe as pernas envolvendo-a em meu quadril deitando-a outra vez sob os lençóis já encharcados de suor, deslizei então outra vez meu corpo alcançando-lhe desta vez a intimidade com meus lábios, outra vez pude ouvir tua respiração profunda levando-lhe a apertar os lençóis entre seus dedos, quase rasgando-os encarou-me faminta e levando suas mãos a minha nuca puxou-me contra seu intimo, enquanto pincelava-lhe o clitóris com a língua você fazia-me cafuné deixando-me sonolento em tua intimidade umedecida, instantes após sentir seu gozo adentrando-me a garganta ergui-me levando o intimo ereto até o teu e lentamente inseri-me em teu corpo, você fechando os olhos como quem adormecia deixou-se entregue aos meus domínios, indo e vindo suavemente deixando-a sentir cada pedacinho de mim bombeando em sua intimidade, pulsante e aquecido, umedecido e deslizante como se ali fosse-lhe o abrigo, pude sentir suas mãos sendo levadas as minhas costas e suas coxas apertando-me o quadril enquanto seus pés davam-me um nós puxando-me cada mais mais intensamente para perto de teu corpo, pincelando-me as costas com a ponta de seus dedos levou a palma de sua mão esquerda a minha nuca e sem que esperasse puxou-se com toda força beijando-me intensamente, levou os lábios ao meu ouvido e sussurrando-me safadezas pedia-me para ser mais intenso, mais rápido, mais forte, lentamente fui aumentando a velocidade dos movimentos, a intensidade do toque, a força a qual bombeava-lhe o intimo em sua intimidade, gemidos cada vez mais ácidos, respiração cada vez mais ofegante, eram curtos os intervalos que teu corpo permitia-se suspirar, ficava encarando-me como se não quisesse piscar os olhos, como se cada segundo lhe fosse precioso, os últimos de sua vida, levei minhas mãos ao seu quadril aos poucos colocando-a de lado, trazendo-lhe para mais perto de mim, adentrando-me cada vez mais em sua intimidade, sentia sua coxa colada em meu peito enquanto bombeava-lhe o intimo, indo e vindo cada vez mais intensamente, sentia meus joelhos calejados sob o grosso lençol, mordia-lhe as carnes ao meu alcance e num instante em que quase não vi diante dos meus olhos colocou-se de quatro ainda com meu intimo em teu corpo e segurando-me pelo quadril guiava-me feito maestro indo e vindo lentamente, suavemente, pegou-me pelas mãos levando-as ao seu quadril, queria outra vez sentir-me invadindo sua intimidade com gentileza, como se pedisse permissão, pouco tempo passou-se até sentir seus cabelos chicoteando-me a palma das mãos, virou-se encarando-me com os seios colados no lençol e num tom sussurrante dizia-me bem baixinho, "mais forte, mais forte, mais forte", teu timbre roco causando-me cada vez mais prazer, deixando-me ainda mais excitado, num êxtase tão intenso que chicoteei-lhe as nádegas com as palmas de minha mão direita, vi seu corpo erguendo-se sendo levado a frente como se fugisse do meu intimo, então encarou-me outra vez com uma feição serena, como se estivesse raivosa, furiosa pelo gesto, aos poucos enquanto encarava-lhe naquele instante quase eterno foi lentamente formando-se em sua face um sorriso safado retirando-lhe do disfarce de maldade e ingratidão o qual havia colocado-me instantes antes, com um tom sério ordenou-me, "outra vez", então atendendo-lhe a ordem levei a palma da minha mão as suas nádegas sentido-a outra vez inclinar-se para frente, retornou ao meu intimo e outra vez com um tom ainda mais raivoso ordenou-me, "outra vez, desta vez mais forte", cumprindo as suas ordens ficava cada vez mais ereto, meu intimo repousando no seu ganhava volume e você sentia-o crescendo dentro de ti, então a vejo ir e vim, quieto observando seu corpo balançar e teu olhar fixado no meu levei-me as mãos ao teu quadril, furiosa tirou-lhe de seu quadril com tamanha ignorância jogando minhas mãos para as laterais de seu corpo, queria naquele instante ser por completa dona da situação, aos poucos via-me sentando-se sob minhas pernas enquanto você cada vez mais ereta acolhia-se sob meu corpo, de joelhos ergueu-se levando suas nádegas ao meu rosto e ali permaneceu rebolando por alguns instantes, era possível entre suas coxas vê-la encarando-me por baixo, esgueirando seu olhar entre os seios e seu intimo apontado a mim, virou-se fazendo-me encarar seus seios, ficou de joelhos e empurrou-me sob os lençóis, levou uma perna a cada lado do meu corpo e rapidamente com o braço por trás das costas guiou meu intimo ao seu, com as mãos apertando as carnes de meu peito rebolava lentamente, sentindo-o deslizar em sua intimidade quase fugindo, era possível sentir cada centímetro de mim adentrando-lhe o corpo, levei minhas mãos as suas nádegas impulsionando-lhe contra meu corpo, cada vez mais rápido sentia sua virilha abraçar a minha, seu intimo acolher o meu e teus seios encarando-me no fundo dos olhos, buscando no mais profundo e obscuro lar de meu ser a criatura que estava prestes a florescer, sem que esperasse senti um forte tapão em meu rosto, seguido de uma risadinha safadinha e ousada, vir-lhe encarando-me com a saliva escorrendo-me da boca aos seios, deslizando pelo seu corpo até alcançar-lhe a intimidade, levou seus dedos umedecidos ao clitóris e começou a massageá-lo, olhando-lhe erguida com os seios eretos apontando os mamilos para o telhado, suas mãos outra vez em meus joelhos, rebolando mais rápido e intenso que antes, dei-me um aperto nas coxas levando-a aos lençóis, na banca lateral a cama estavam meus apetrechos, imóvel você observa-me levar minha maleta de malicias a sua barriga, sob ela começo a retirar uma venda, meu anel peniano, a algema e um brinquedinho o qual retirei apenas após ventar-lhe, levei seus punhos a cabeceira da cama e ao algemar-lhe notei você sorrindo ao ouvir um barulhinho distante de algo vibrando, esgueirando-me por seu corpo até posicionar meu intimo entre suas coxas, sem que esperasse começou a sentir algo quente, rígido e umedecido adentrando-lhe o intimo, tentou conter mas de sua boca emergiu um gemido tão intenso e longo que quase esvaia-lhe todo o folego, lentamente indo e vindo você sentia-me vibrante em sua intimidade, o massageador do anel peniano alcançava-lhe o clitóris fazendo-a gemer ainda mais intensamente, vir-lhe então furiosa por não poder levar suas mãos ao meu corpo e sem que pudesse prever meus movimentos cravei meus dedos em seu quadril apertando-lhe as carnes, indo e vindo cada vez mais rápido você desenfreada gemia de forma ácida acordando toda a vizinhança, já passavam-se das quatro da manhã e toda a iluminação que alcançava nossos corpos era a de meu abajur ao pé da cama, sua luz amarelava sombreava-lhe os seios e metade de sua face quando encarava-me ainda vendada, indo e vindo cada vez mais forte, sinto uma de suas mãos que acabara de escapar da algema apertar-me a coxa perfurando-me com suas unhas, o sangue escorrendo molhando o lençol mas pouco importava-me, o corpo estava dormente, preenchido por um prazer que de tão intenso fez-me levar as mãos ao seu pescoço e apertando-lhe levemente vi surgir em seu rosto um sorrisinho de quem tivera gostado da ideia, volta e meia ao encarar-lhe nos intervalos de seus gemidos ficava cada vez mais excitado ao ver-lhe deslizando a língua em seus lábios, com a mão livre arrancou-lhe dos olhos a venda e passou a encarar-me com uma de suas mãos ainda presas a cabeceira e a outra arranhando-me a coxa, peitoral e quadril, perdidas vezes debrucei-me sob seu corpo permitindo-lhe levar suas unhas as minhas costas onde ferozmente fez-me sangrar outra vez, ao retornar a minha postura sinto um forte tapa em meu rosto e o sangue deslizando de encontro aos meus lábios, não consigo parar, quanto mais me fere mais faminto fico, cada vez mais transformo-me em uma besta insaciável, teus olhos nos meus, o forte cheiro de sangue exalando no abafado quarto, o suor a arder as feridas que se formão cada vez que fere-me mais, levo minhas mãos ao teu punho ainda preso, solto-lhe e colocando-a outra vez de quatro desta vez não a permito guiar-me, coloco suas mãos firmes sob a cabeceira de ferro, segurando nas barras começo a bombear meu intimo cada vez mais intensamente forte levando seu corpo todo a frente, seu rosto por inúmeras vezes toca as barras frias enquanto cravo meus dedos em suas nádegas, bato-lhe, aperto-lhe, envolvo-me entre seus fios de cabelo inclinando-lhe deixando-a curva com a bunda ereta encarando-me os olhos, ergo-me penetrando-a de cima a baixo, é possível ver o volume formando-se a frente do seu intimo, o clitóris expondo-se sempre que a penetro, seus gemidos cada vez mais altos fazem os vizinhos reclamarem, mas pouco nos importamos, dane-se o mundo a nossa volta, estamos entregues a um prazer finito cujo folego é nosso único inimigo, viro-lhe deixando-a outra vez com os mamilos encarando o teto, desta vez você empurra-me sob os lençóis e sentando-se sob o intimo começa a massageá-lo com sua intimidade, recua o quadril deixando o caule encostado em seu clitóris e começa a masturbar-me encarando-me nos olhos, bombeando-o na palma de sua mão, sentes o gozo alcançar-lhe os seios, com a ponta dos dedos pincela com o gozo seus mamilos enquanto masturba-me, debruça o corpo sob o meu levando minhas mãos as suas nádegas e beija-me o pescoço enquanto aperto-lhe e acaricio-lhe o intimo por trás, pelas brechas da janela o sol adentra em nosso quarto e aos poucos dar-nos novamente o folego persistindo duas, três, quatro vezes até que nos chegue a hora do almoço...
- Thiago Rafael
Bestial.
Não lembro-me de como eram as nuvens enquanto jovem, ausentava-me do leito apenas ao anoitecer quando minhas deformidades esgueiravam-se nas sombras, quando o mundo saboreava a frieza dos odores mais moribundos, os becos sujos cheios de musgo e vomito exalavam o forte cheiro da ausência de vida naquele lugar, eu ainda jovem caminhando entre bêbados falidos e prostitutas tuberculosas tive os pés calejados pelas velhas botas manchadas de sangue e lama. Passados os anos acostumei-me com este estranho hábito noturno de perambular entre as vielas e becos daquela cidade amaldiçoada esquecida pelos deuses e vir-me por tantas vezes desacreditado do viver, olhava-me no espelho trincado por anteriores fúrias e via-me através dos trincos a pura imagem do demônio em pele e corpo de menino, conforme o tempo passava via-me cada vez mais distante de minha natureza humana aproximando-me intensamente e ligeiramente da besta que nas profundidades de meu ser fazia morada em absoluto repouso, certa tarde quando já passada a adolescência próximo a minha idade adulta ao acordar mais cedo que de costume atrevi-me a abrir a janela do telhado onde escondia-me do mundo, ao lado residia uma moça jovem cujo ando pudera ser ouvido todas as manhãs, lembro-me ainda em sono ser alcançado pela suave voz daquela pequenina moça com pouco mais de um metro e cinquenta, cachos caramelados e uma pele de manteiga que reluzia sempre que o sol batia, observando-a sempre através das brechas das madeiras jamais havia tido-a por inteira ao alcance dos olhos mas tudo mudou naquela manhã, assustada encarou-lhe no mais profundo abismo dos meus olhos e depois de um instante reflexivo entre a vida e a morte em sua mais tristonha e deprimente representação humana ela sorriu, sem encontrar palavras para retribuir-lhe a gentileza acenei-lhe com um singelo gesto movendo minha cabeça para cima e para baixo em ato de aprovação, como se nada tivesse visto retornou as suas ocupações e desfez-se o encanto do momento, recolhi-me nas sombras do telhado deixando-me exposto aos traços de luz que adentravam meu mundo pelas biqueiras. Ao cair da noite ainda com o céu avermelhado pelos últimos traços de sol, apressei o passo em direção a casa vizinha na esperança de através das cortinas espiar a intimidade daquela jovem moça que horas atrás havia tirado-me o folego e a ausência de trevas em meu coração, dando-me nova vida a cada batimento acelerado vir-me renovado e por fim a procurei. Saindo do quintal rumo a cozinha, arrastava os passos entre os cômodos da casa causando-me o incomodo por não tê-la ao alcance dos olhos, o intimo já enrijecido e pulsante, uivante desejar que enfurecia-me a ponto de cravar as curtas unhas sob a pálida pele de minhas frágeis coxas, enfim vejo-a expor-me o braço soltando seus trajes na sala enquanto ainda no quarto despia-se sem apresentar-me o corpo em sua forma natural, instantes curtos separando-nos intimo e eu de suas curvas carentes de um malicioso olhar, por fim o corpo ainda molhado caminha entre os móveis da sala desviando-se do sofá rumo a vitrola onde uma bela musica pós a tocar, sem perceber que observando-a tocava-me as costas de suas cortinas dançava e sem imaginar que esperava-me pus-me ali a ficar, então como se coreografia fosse aproximou-se da janela e sem que percebesse que estava aberta abordou-me com um saudoso olhar enquanto os seios expostos encaravam-me o intimo e sem que pudesse notar veio-me o gozo e o rosto da jovem ousou-se alcançar, ela por sua vez novamente sorriu e disse-me, "entre, estava a lhe esperar.", o corpo feito lebre saltitante ergueu-se e mudo mudei-me a postura, adentrei pela porta de trás como intruso fosse e suavemente dei os primeiros passos, ela por sua vez veio de encontro a mim desta vez vestida de cetim, pegou-me pela mão e levou-me até o sofá, colocou uma perna de cada lado de minhas coxas e sentindo suas canelas dividindo o curto espaço comigo olhei-lhe do umbigo ao busto, não enxerguei coragem para encarar-lhe nos olhos e ao notar minha timidez graciosamente levou suas palmas ao meu queixo e erguendo-me a face desfez-se do disfarce de boa moça, assustou-se com as deformidades mas não ousou dali sair, ainda sentada em meu colo, tremula e assustada encarou-me uma segunda vez e desta com mais ternura perguntou-me o que havia acontecido com tal pobre criatura, com igual gentileza respondi-lhe que por fúria da natureza na morte de minha mãe vim-me ao mundo com este infame semblante e por vez sobrevivi esgueirante entre as sombras da noite, olhando-me nos olhos beijou-me a testa e mesmo sem externa reação em meu interior todo o corpo estava em festa. Outro dia, novos toques observando-a pelas brechas da janela, a coragem que me resta leva-me somente a observa-la, não vejo-me diante da atitude de ir de encontro outra vez ao seu sofá, tê-la no colo e desta vez beijar, no entanto o mundo por mais cruel que seja ensina-nos que também há beleza mesmo por trás das lágrimas que ocultam-se na face quando a chuva cai, ela de sua sala disse-me, "entre rapaz", outra vez sem muito pensar atrevi-me pela porta de trás adentrar e desta vez sem sensatez fiz barulho no caminhar, ela por sua vez ainda despida veio de encontro a mim e sem que eu pudesse dizer olá seu corpo já estava no meu e meu intimo por sua vez o da gentil moça adentrar, levei-a até o sofá e encarando-lhe nos olhos a sentia umedecendo minhas coxas, as costas sob a napa suava-lhe a pele ligeiramente criando tamanha fixação que a fazia-lhe imóvel naquele lugar, bombeando meu intimo indo e vindo por incontáveis vezes, levando-o a boca, sentindo seus dentes amarelados deslizando sob a pele rosada, retornando ao intimo, vindo e vindo desta vez mais umedecido, mais rígido e ela aos poucos gritava, as unhas penetravam-me a pele, arranhando-me ferozmente como se besta fosse, seus olhos encaravam-me famintos e com gritos insanos dizia-me, "foda-me mais forte, mais forte, mais forte...", alucinado e regido pela sinfonia que nossos corpos emitiam vir-me eloquente e levei-me as duas mãos ao seu pescoço, sufocando-a cada vez mais, ela por sua vez incapaz de algo dizer, vi aos poucos seu corpo falecer colado no meu e a inocência de seu olhar se perder quando o gozo alcançou-me e sentido a frieza de sua pele dei por mim que se quer sabia seu nome...
- Thiago Rafael
Encarando o sol que perdia-se na imensidão do distante horizonte,
Perguntou-me até onde iriamos com tais sentimentos conflitantes,
Disse-lhe afirmando-lhe que sobre tal dúvida não atrevo-me a responder-lhe,
Baixou-lhe a vista e encarando os próprios pés abraçou-me em silêncio e esmurrou o sorriso que desfazia-se com o vento em seu rosto...
- Thiago Rafael
O sentimento conflitante que atordoa corpo e mente quando tido o rosto colado no outro, olhos fechados, mãos na pele macia acariciando os finos fios de cabelo no finalzinho da tarde fria, curtos centímetros separando os lábios um do outro e a inquietude do "beijar ou não beijar?"...
- Thiago Rafael
Sentado a beira da calçada ainda umedecida,
O musgo a sujar a calça recém lavada,
Encarando o vazio que habita em cada pessoa que passava,
Espectador de uma analise macabra dia pós dia...
- Thiago Rafael
Deitada sob o frio piso de meu canteiro de perversões,
Sentado a beira da cama observava-lhe o intimo e seios,
Encarando-me com ar de desprezo e recente gozo,
Deixou-me exposto disposto a entregar-se outra vez ao prazer...
- Thiago Rafael
Quem dera-me ter nas palavras o afeto e a confiança para seduzir-lhe o pensamento feito doce para criança...
- Thiago Rafael
No calor de tuas coxas em meus ombros,
Calado pelo visgoso gesto vindo de ti,
Tocando-me os lábios despejando em mim feito copo,
Deixando-me no silêncio inquieto do corpo...
- Thiago Rafael
Calo-te com o caule do intimo,
Teus olhos serenos de baixo a encarar-me,
Teus joelhos ralos mastigados pelo solo,
Deixando sonolento o corpo meu...
- Thiago Rafael
Olhos nos olhos,
Intimo no teu,
O folego que se esvai no gozo,
O exposto gosto de provar a vida...
- Thiago Rafael
Na tua leveza de ser natureza em corpo de mulher,
Uma salada de fúria e gentileza,
Na simplicidade da beleza,
Pronta para o que der e vier...
- Thiago Rafael.
Acolher-te no anseio de despir-lhe os lábios,
Disfarçar o hábito de querer-lhe sempre ao meu lado...
- Thiago Rafael
Na ausência do folego e da saliva,
A boca seca e o corpo tremulo...
- Thiago Rafael
Te despir e te provar,
Deslizando os pelos da face em tuas formas impares,
Tornando pares a boca tua e a minha,
Desfazendo-lhe o disfarce, deixando-a por inteira, minha...
- Thiago Rafael
Perguntou-me até onde iriamos com tais sentimentos conflitantes,
Disse-lhe afirmando-lhe que sobre tal dúvida não atrevo-me a responder-lhe,
Baixou-lhe a vista e encarando os próprios pés abraçou-me em silêncio e esmurrou o sorriso que desfazia-se com o vento em seu rosto...
- Thiago Rafael
O sentimento conflitante que atordoa corpo e mente quando tido o rosto colado no outro, olhos fechados, mãos na pele macia acariciando os finos fios de cabelo no finalzinho da tarde fria, curtos centímetros separando os lábios um do outro e a inquietude do "beijar ou não beijar?"...
- Thiago Rafael
Sentado a beira da calçada ainda umedecida,
O musgo a sujar a calça recém lavada,
Encarando o vazio que habita em cada pessoa que passava,
Espectador de uma analise macabra dia pós dia...
- Thiago Rafael
Deitada sob o frio piso de meu canteiro de perversões,
Sentado a beira da cama observava-lhe o intimo e seios,
Encarando-me com ar de desprezo e recente gozo,
Deixou-me exposto disposto a entregar-se outra vez ao prazer...
- Thiago Rafael
Quem dera-me ter nas palavras o afeto e a confiança para seduzir-lhe o pensamento feito doce para criança...
- Thiago Rafael
No calor de tuas coxas em meus ombros,
Calado pelo visgoso gesto vindo de ti,
Tocando-me os lábios despejando em mim feito copo,
Deixando-me no silêncio inquieto do corpo...
- Thiago Rafael
Calo-te com o caule do intimo,
Teus olhos serenos de baixo a encarar-me,
Teus joelhos ralos mastigados pelo solo,
Deixando sonolento o corpo meu...
- Thiago Rafael
Olhos nos olhos,
Intimo no teu,
O folego que se esvai no gozo,
O exposto gosto de provar a vida...
- Thiago Rafael
Na tua leveza de ser natureza em corpo de mulher,
Uma salada de fúria e gentileza,
Na simplicidade da beleza,
Pronta para o que der e vier...
- Thiago Rafael.
Acolher-te no anseio de despir-lhe os lábios,
Disfarçar o hábito de querer-lhe sempre ao meu lado...
- Thiago Rafael
Na ausência do folego e da saliva,
A boca seca e o corpo tremulo...
- Thiago Rafael
Te despir e te provar,
Deslizando os pelos da face em tuas formas impares,
Tornando pares a boca tua e a minha,
Desfazendo-lhe o disfarce, deixando-a por inteira, minha...
- Thiago Rafael
Carta minha para outrem chamado eu.
Olá Thiago do presente, aqui vos fala o Thiago do passado, hoje ao te encontrar busco entender o que te fizeram para que chegasse onde está, o que motivou-lhe a perder-se a ponto de não mais se encontrar, você tinha seus problemas mas até antes de conhecer aquela garota quando trabalhava naquela lan house você era um cara tão gentil, tão focado em seus planos, suas metas, lembro-me do quanto trabalhou recebendo tão pouco para ter apenas o suficiente para pagar a vista todas as pequenas coisas que comprou ainda muito novo, de como sentia-se feliz pensando que aquilo era ser independente, do primeiro som que comprou e o primeiro cd original, o primeiro grande show de uma banda de rock, cara você era tão genial em tudo que fazia, então vieram os primeiros tragos na bebida, no cigarro, aquelas pessoas que conheceu que você as defendia com tamanha valentia, tantas vezes discutia com sua família por causa dessas pessoas e veja só hoje você sem a companhia de nenhuma delas, aquele cara que passou onze anos fingindo ser teu amigo e te abandonou por causa de uma bota que lhe comprou fiado e não teve a coragem nem de pagar nem de dar as caras por quase três anos, aquele outro que ficava te convidando a conhecer mulheres quando na verdade ele só queria que você desse um espaço do seu quarto para ele transar com alguma das garotas com quem ele saia, é estranho rever os caras com quem estudou e os que sempre frequentavam onde trabalhava e te elogiavam, te cobriam de apelidos e te faziam dar risada mas tudo apenas enquanto você estava pagando bebida para eles, quando você estava sem dinheiro ou querendo ficar sóbio ou até mesmo quando ficou doente, lembro que não havia a companhia deles mas você procurou nunca se importar com isso, você sempre teve uma ideia meio maluca sobre estar sempre sozinho e acho que isso te cegava sobre os erros alheios, não era por medo de ficar sozinho mas alguma coisa te cegava e ainda cega, metamórfico e aparentemente mais maduro, foi se dedicar a estudar filosofia, psicologia, conhecer uma galera nova que curtia umas ideias tronchas, uma tal de bissexualidade, foi se meter numas brincadeiras que não era a sua e acabou dando um beijo em um cara pela primeira vez na vida, o tempo passou e você sofreu muito a perda daquele namoro, eu sei o quanto naquele tempo significava para você e ninguém mais entendia pois só você sabia o quanto sozinho se sentia e como era reciproco o que aquela garota sentiu por você, foi realmente doloroso passar aqueles dois anos na sua pele vendo você se denigrir entregando-se ao álcool e outras drogas, ver você entregue ao descaso de si mesmo deixando de se cuidar tantas vezes, você era tão mais bonito do que parecia mas sua carne e osso transparência uma imagem inversa da pessoa que você já havia sido e foi difícil superar aqueles dias mas passou e enfim você começou a se permitir outra vez, conheceu uma garota, teve sua primeira transa, juntos continuaram a se embriagar e se drogar mas você sempre quis ser o mais responsável em tudo e aos poucos foi parando, até que você se tornou o cara chato da relação pois ela não queria parar e você cometeu o erro de querer muda-la e acabou dando fim ao relacionamento por não ter aceitado a derrota, a escolha dela pela bebida ao invés de você e por isso foi viver outra vez sua vida de sozinho, ficou um tempo por ai curtindo outras coisas, conheceu novos sons e experimentou umas viagens numa tal de rave, aquele cara que você também via ele como um grande amigo, te levava para os rolés e você curtia aquele novo som, aquela nova loucura, outra vez o tempo passou ligeiro e você quis ser saudável, até estava indo bem, pedalando, conhecendo uma galera legal, viajou para outra cidade, perdeu outro amor nessa ida e vinda e com isso mais uma decepção com quem você tinha como amizade, se privou, foi viver sozinho, foi difícil confiar nas pessoas outra vez, lembro como você depois de muito tempo sem sofrer você chorou e abriu mão daquelas pessoas que pensava ser seus amigos e outra vez viu não ser, deixou a vida saudável de lado e se dedicou ao trabalho, aos estudos, foi um bom momento da sua vida afinal, ao menos a parte boa disso tudo é que você de um tempo pra cá escreve umas coisas para esvaziar a mente, descarregar um pouco os fardos que carrega, é uma pena que as pessoas ao teu redor hoje em dia não te compreendam ao menos como você pensava que aquelas pessoas no orkut te compreendiam, naquele grupo de escritores da cidade onde as vezes vocês se reuniam na praia para tomar vinho e ficar conversando coisas tristes que de alguma maneira te fazia se sentir bem por saber que apesar de só você não era o único a sentir-se sozinho e que estes sentimentos não pareciam engraçados ou motivos para piadas, aquelas pessoas realmente apesar de hoje também não estarem ao teu lado ao menos não tratavam com desprezo ou sem seriedade as palavras ditas independente de serem mentiras ou verdades...
- Thiago Rafael
- Thiago Rafael
Campo e elo.
Não houve tempo para pensar, o instante do piscar dos olhos eram tão valiosos quanto os segundos que antecedem o luar, teu negro olhar e tua intimidade morena vibravam-me o intimo numa selada de pensamentos envolvidos e perdidos entre o libido e a razão, os batimentos do coração pareciam o anseio de esvair-se de mim levando-me ao lugar onde você está, mergulhar meus lábios bucais em tua intimidade pincelando-te o corpo pela metade até alcançar-lhe a boca, morder-te os lábios esfregando os dentes uns nos outros, o corpo de igual modo tão intenso quanto o beijo e o nítido desejo de abraçar-lhe o intimo com o meu ainda fervente, levo-te a palma até o membro e acariciando-o percebes tamanho e volume, da boca tua tentas disfarçar o desejo com um falso bocejo, no canteiro o desejo escorria e ao tocar o lençol fiz-lhe um nó com as pernas envolvendo as minhas e mordi-lhe a nuca sem aviso prévio, ofegante respirou e ao soltar o folego cravou suas unhas em minhas costas puxando-me contra seu corpo, com os pés empurrou minha cueca deixando-me despido sob seu corpo ainda inferiormente vestido, o jeans de seu short sarrando em minha intimidade e seus seios em meu peitoral já um tanto suado, olhos nos olhos e então fazendo uso da mesma utilidade que os pés tirei-lhe short e calcinha deixando-a igualmente despida, ausentando-me de seus lábios deslizei língua, lábios e pelos faciais pelo seu corpo alcançando-lhe os mamilos a tanto já eretos, seu quadril causando-lhe arrepios até chegar a sua intimidade umedecida, pincelando sua virilha apertava-me o rosto com suas coxas evitando-me em sua intimidade, deslizando suavemente minhas palmas envolve-me em suas coxas permitindo-me pincelar sua intimidade com a língua e pelos faciais, causa-lhe arrepios e então surgem gemidos interruptos, sua mão envolve-se em meus cabelos puxando-me contra seu intimo enquanto a outra ocupa-se em acariciar-lhe os mamilos, ergo-me, tens-me o intimo em tuas mãos então envolve-me no teu, com as pernas puxa-me lentamente de encontro as tuas coxas e novamente penetras as unhas em minhas costas, olhos fechados, estais em outro lugar, suspira ofegantemente e tudo a sua volta perde-se no universo que constrói neste instante em tua mente...
- Thiago Rafael
- Thiago Rafael
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