Bem como um dia qualquer de inverno, meus pés tocavam o frio piso decorado de seu quarto, enquanto vestia-me para partir sem nada dizer-lhe você me surpreendeu com um abraço, entendendo que eu devia partir nada me disse, deitou outra vez encarando meus passos pela casa, o silêncio da madrugada ecoava as batidas de meu coração, encarei-lhe uma ultima vez quando na maçaneta da porta pus a mão, você olhando-me enquanto no rosto escorria vestígios que provocavam-me os sentidos, deixando-me na vida um estranho gosto de arrependimento, naquele momento tudo que eu tinha era seu colo, meu abrigo era seu ninho e suas cobertas um teto cujos sonhos ali cultivei, não houve um instante se quer no passado o qual nisso não pensei, você por sua vez fez questão de seguir na contra mão, erros propositais os quais provocavam-me tristonhos gestos, divididos entre os errados e os certos, em mim fora mais fácil escolher sobreviver a margem de um sacrifício o qual tivera sido forçado fazer, a solidão de ter você somente em minha mente é tão torturante, encarando nossas fotografias em minha instante, embriago-me com a saudade nos intervalos de cada passo pelo silêncio desta cidade chamada decepção, torturo-me repetindo nossa predileta canção, provocando em mim uma emoção a qual prometera a mim mesmo no passado não mais sentir, agora sem abrigo vejo-me perdido sem ter a onde ir, meus olhos frente ao espelho questionam-me em silêncio, o que fará a vida comigo se tudo que restou-me como bagagem fora uma desenfreada saudade e um franzino coração partido...
- Thiago Rafael.
Visitantes
Idas e vindas.
Quase tão fria quanto uma neblina de uma tarde chuvosa, sua mão vazia tocava-me o rosto sem se quer deixar o gosto de um afeto verdadeiro, o tempo inteiro meus olhos encaravam a imensidão desta saudade, a única verdade que deixas-te em meu ser, bem como semente, enquanto iludia minha mente, fez crescer em mim um desenfreado desejo de te ter, mas era tarde, você outra vez fez desaparecer o que por você tivera sentido, restou um coração partido contador de histórias, vestígios de memórias que insistem em não desaparecer...
- Thiago Rafael.
- Thiago Rafael.
Linhas de sangue.
O vermelho de seu sangue perdeu-se entre os fios ruivos sob a velha escrivaninha, tivera sido aquela bala a culpada por sua ida, tivera não sido as palavras que provocaram-lhe feridas, a dor em quem fica não se igualha a de quem teve os sentimentos aprisionados numa ilha, um coração condenado a viver na solidão de um refrão, uma canção escrita a mão nos vestígios de uma carteira de cigarro, seu ultimo trago fora dado em sua caneta barata, quase sem valor quanto o que os apaixonados descrevem como amor...
- Thiago Rafael
- Thiago Rafael
Money que é good e nois num have ;)
Já que não tenho a desculpa de dizer que o dinheiro é para o leite dos meninos, comprem sem eu precisar justificar ^^
Livros, CDs e DVDs em ótimo estado de conservação ;)
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~:~ Contato via Inbox ou pelos telefones: (84) 9850-3340 - TIM(Whats) ou (84) 8826-6362 - OI
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