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Sob o deleite de vénus.


Esta história baseia-se na união de fatos reais e de alguns pensamentos que tomam-me a mente quando tido o intimo feminino sob o alcance dos olhos ocupando-me a mente com libertos pensamentos, não há nenhum toque fantasioso, tudo aqui, em mim, são fatos reais pois da realidade sobrevive o ereto intimo e sob ela gozo de prazeres tidos como moribundos a quem veio a este mundo com o dom da hipocrisia...

Mais um verão chuvoso alcança-nos o telhado, o som que o gotejo do céu emite evita-nos ficar calados, você do lado de fora gritando meu nome, de cá eu deitado encarando o céu de meu quarto com o volume no mais alto tom, recebo sua mensagem suplicando que abra-lhe o portão, enquanto caminho pelo beco sentindo os respingos da chuva tocar-me o ombro, ao fundo em plano sonoro seus gritos chamando-me ofensivamente por todos os nomes, o mais respeitoso deles era vagabundo, encarando seu olhar profundo beijo-lhe a boca ao abrir o portão, você sem permitir-me segurar sua mão adentra a casa resmungando coisas relevantes sobre como foi seu dia, ao chegar em meu quarto retira os sapatos pousando os pés sob a cerâmica fria, adentro pouco depois já atrasado pois estava prestes a retirar-lhe a blusa, seguro-a pelos braços e lentamente abaixo-os encostando meu queixo em seu ombro suado, ao pé do ouvido sussurro-lhe coisas sacanas, elogiando sua bunda, o volume gentil de seus seios, as linhas de tua boca e quão macia ela desliza-se sob meu pau, elogio-te estranhamente chamando-a de gulosa, safada, vadia e percebo um sorrisinho faceiro surgindo em sua face, no fundo eu sei que você gosta e com isso atrevo-me a desta vez eu mesmo retirar-lhe a roupa, aos poucos retiro sua blusa deslizando meus pelos faciais em suas costas nuas até alcançar-lhe novamente o ombro, deslizo minha língua nas costas de tua orelha sabendo que isso causa-lhe imenso arrepio, ouço de ti o primeiro suspiro ofegante, neste instante levo minha mão direita ao teu seio já despido, acaricio-lhe coxas, orelha e seios no mesmo instante, sinto escorrer em tuas coxas teu prazer umedecido, recolho o liquido com a ponta dos dedos e levo-lhe a boca tua e a minha, então aos poucos adentro tua calcinha sentindo tua buceta molhada reclamando o meu corpo adentrar no seu, te penetro um, dois, três dedos por trás, acaricio as carnes em volta, tuas nádegas e por fim penetro-lhe intensamente, curvo-me para causar-lhe mais prazer com o toque, minha boca agora ocupa-se em lamber-lhe as covinhas de teu quadril, a esquerda mão apertando-lhe as coxas em sua parte frontal trazendo-a para perto de mim, levo-me a tua virilha e penetrando-lhe por trás com a esquerda acaricio-lhe o clitóris, você debruçada sob a cama com as mãos apertando lençóis e colchão exala prazerosos gemidos ácidos que deixam-me enlouquecido, furiosamente sem nenhuma gentileza abaixo-lhe o short deixando-a de calcinha e empurro-lhe sob a cama, de quatro me encaras olhando por cima do ombro com este olhar que sabes que venero, deixo-me nu e debruço-me sob teu corpo, sentes-me aquecido, rígido e umedecido sendo abraçado por tuas nádegas, indo e vindo massageando-lhe a bunda sinto-o adentrar sua calcinha ousadamente, minhas mãos ocupadas segurando-lhe a nuca, fastando os finos fios de cabelo, mordo-lhe o pescoço sem aviso prévio e o que vejo são suas mãos cravando-me a pele com suas unhas medianas, você gosta de ser mordida mas odeia a sensação após o sexo, me reclama pois sempre que desliza os dedos na nuca sente as dores e no mesmo instante lhe vem a vontade de dar para mim outra vez mas não pode, recolho os caninos penetrados em sua pele e gentilmente na mesma região acaricio-lhe com a língua, pincelando meus pelos faciais em tua pele umedecida pela saliva, levo minhas mãos ao teu quadril e de forma gentil retiro-lhe a calcinha até a altura do joelho, permito-me que os dedos os pés encarreguem-se de tirar o resto, volto as mãos ao seu quadril deixando-a empinada e já umedecida sente-me adentrar-lhe a buceta sem bater-lhe a porta, rígido também umedecido não enfrenta dificuldades em penetrar-lhe, em movimentos inicialmente leves vou e venho encostando o caule do pau em suas nádegas quando em sua buceta permanece apenas a cabecinha, sem que espere adentro-lhe com toda força segurando firme os cabelos próximos a sua orelha, repito movimentos tais e guio meus lábios até sua outra orelha, lambendo-a, respirando ofegante fazendo-a provar de meu prazer, mordidas leves perdidas vezes em seu ombro, na nuca e volto a aperta-lhe as carnes das coxas bem próximo ao teu quadril, atento-me a riqueza dos micro detalhes de teu gemido que soam-me feito romântica canção erotizada pelos pervertidos, parte de mim estremece de tanto prazer ao ver-lhe em tal posição, pego-lhe pela perna direita e giro-lhe deixando-a frente a mim, teus olhos nos meus volto a penetrar-lhe gentilmente, levo sua mão direita ao clitóris enquanto a sua esquerda encarrega-se de acariciar-lhe os mamilos, indo e vindo lentamente, gentilmente vejo-a fechar os olhos repetidas vezes sempre que sente-o por inteiro invadindo delicadamente sua buceta, lábios de vénus rosados em seu interior, umedecidos pelo prazer que lhe faz suar, de nossos corpos começa a soar estranhas melodias que formam-se conforme nossos corpos deslizam um no outro, sinto o diferente gosto ao tocar-lhe os lábios, seu beijo misturado com o suor provoca em mim o desejo de sentir-lhe o intimo abraçando minha língua enquanto acaricio-lhe, atendo ao meu desejo deslizando por seu corpo primeiramente sob os seios os pelos de meu rosto seguidos de minha língua recheada de saliva, fruto do prazer que acumula-se em mim deixando-me com água na boca, satisfaço-me de seu intimo e regresso aos teus lábios dotado de um novo gosto, ao beijar-lhe faço-lhe sentir o visgoso liquido que exala de ti, teu gozo certamente presumo, ao beijar-lhe você debruça-me sob a cama e gentilmente desliza sua boca por meu corpo, mordendo-me, lambendo-me, sorrindo ainda com os lábios colados em mim, sinto-lhe degustando-me colocando-o o mais profundo que sua garganta o recebe, encara-me perdidas vezes apreciando-o como se fosse-lhe um doce, um de seus mimos prediletos, audaciosamente encosta os lábios no caule e ao tira-lo da boca deixa deslizar sob seus seios aos montes a saliva que preenchia-lhe a boca, sinto a ponta de sua língua deslizando-o levemente até minha virilha, suas mãos acariciando-me as pernas perdidas vezes apertando-me as carnes, então sem que esperasse você crava em meu abdome suas unhas e leva-o novamente a boca, desta vez mais rápido, sinto seus dentes arranhando-o gentilmente sem feri-lo, deixa-o sair de sua boca e encarando-me com um olhar lupino sorrir, aos poucos sinto suas unhas percorrendo meu corpo e seu quadril envolvendo-se no meu, com sua mão direita guia-o adentrando-o em sua buceta, aos poucos esboça um rebolado lento, cansado e preguiçoso, então pouco depois ganhando forma, movimento, vejo-a cada vez mais veloz, mais intensa, suas mãos apoiadas em meu peito fazem-lhe empinar a bunda de tal jeito que percebo-a através do espelho, encaro-a através dele e a sua frente vejo-me penetrando-a por trás, sua bunda ereta subindo e descendo, batendo fortemente as coxas com suas nádegas, dou-lhe então o primeiro tapa, você reage com um intenso e longo gemido, morde os lábios e me encarando com seu olhar lupino ordena-me bater-lhe outra vez, atendo-a inúmeras vezes até sentir os volumes sob sua pele que formam-se agressivamente cada vez que bato-lhe mais forte, então um ultimo tapa e vejo-a debruçar sob mim, sinto seus seios encostados em meu corpo, os mamilos eretos de tanto tesão, o corpo suado de tanto esforço, cansada pego-lhe pelo pescoço e levo-lhe outra vez aos lençóis, o intenso silêncio da madrugada remetia-nos a sensação de estarmos a sós neste mundo e sem que percebesse penetrei-lhe outra vez o mais profundo que pude e vir-lhe outra vez os olhos fechar, pareceu transportar-se daquele momento para outro lugar, seu corpo ficou mais leve, seu toque mais suave, sua boca entreaberta respirava lentamente e dei por mim que precisavas naquele momento que a penetrasse gentilmente, então desta vez indo e vindo lentamente senti seu gozo alcançar-me as coxas e por fim gozando logo em seguida comprei minha passagem só de ida ao lugar onde você estava, deitados um sob o outro, sentindo seus dentes expostos colados em minha pele, o sorriso que formou-se antes que adormecesse sob mim, quisera este momento nunca ter fim, que o gozo não tivesse vencimento, momento certo de vim, que o intimo estivesse sempre ereto e teus lábios de vénus umedecidos, faríamos amor quantas vezes o dia nos permitisse e se isso deixasse de ser crendice eu seria o homem mais feliz do mundo...

- Thiago Rafael.
Engana-se quem crer que sou cético no amor,
Que não dedico afeto nem carinho,
Esquecem que até mesmo na mais bela flor,
Também há espinhos...

- Thiago Rafael​