Não houve tempo para pensar, o instante do piscar dos olhos eram tão valiosos quanto os segundos que antecedem o luar, teu negro olhar e tua intimidade morena vibravam-me o intimo numa selada de pensamentos envolvidos e perdidos entre o libido e a razão, os batimentos do coração pareciam o anseio de esvair-se de mim levando-me ao lugar onde você está, mergulhar meus lábios bucais em tua intimidade pincelando-te o corpo pela metade até alcançar-lhe a boca, morder-te os lábios esfregando os dentes uns nos outros, o corpo de igual modo tão intenso quanto o beijo e o nítido desejo de abraçar-lhe o intimo com o meu ainda fervente, levo-te a palma até o membro e acariciando-o percebes tamanho e volume, da boca tua tentas disfarçar o desejo com um falso bocejo, no canteiro o desejo escorria e ao tocar o lençol fiz-lhe um nó com as pernas envolvendo as minhas e mordi-lhe a nuca sem aviso prévio, ofegante respirou e ao soltar o folego cravou suas unhas em minhas costas puxando-me contra seu corpo, com os pés empurrou minha cueca deixando-me despido sob seu corpo ainda inferiormente vestido, o jeans de seu short sarrando em minha intimidade e seus seios em meu peitoral já um tanto suado, olhos nos olhos e então fazendo uso da mesma utilidade que os pés tirei-lhe short e calcinha deixando-a igualmente despida, ausentando-me de seus lábios deslizei língua, lábios e pelos faciais pelo seu corpo alcançando-lhe os mamilos a tanto já eretos, seu quadril causando-lhe arrepios até chegar a sua intimidade umedecida, pincelando sua virilha apertava-me o rosto com suas coxas evitando-me em sua intimidade, deslizando suavemente minhas palmas envolve-me em suas coxas permitindo-me pincelar sua intimidade com a língua e pelos faciais, causa-lhe arrepios e então surgem gemidos interruptos, sua mão envolve-se em meus cabelos puxando-me contra seu intimo enquanto a outra ocupa-se em acariciar-lhe os mamilos, ergo-me, tens-me o intimo em tuas mãos então envolve-me no teu, com as pernas puxa-me lentamente de encontro as tuas coxas e novamente penetras as unhas em minhas costas, olhos fechados, estais em outro lugar, suspira ofegantemente e tudo a sua volta perde-se no universo que constrói neste instante em tua mente...
- Thiago Rafael
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