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Sangria de rosas.

Sangra-me tristonha amada, com este teu falso sorriso de navalhas, afiadas palavras a perfurar-me o peito, sempre que dizes algo a meu respeito, cuspindo em mim verdades cujas pessoas ditas amigas não dizem, contigo não posso cometer deslizes, eis de carne e osso eternizada em minhas palavras, um ser de alma apaixonada cujo coração por ti criou raízes, num inferno contendo teu sobrenome, sou apenas um homem a caminhar entre rosas, pétalas negras ansiosas pelo meu partir, teu corpo é um jardim, onde ei de pela eternidade te cuidar, alimentado pelos restos do meu mortal sentimento, um grito tristonho no vento, o qual me impede de sorrir.

- Thiago Rafael.

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