Quem me ouvirá, quando num bater de asas escuras o meu sorriso me esvair, quando me veres cair num abismo cujo penhasco cultivei, onde ei de ir ao cair da noite, quando ferozmente teus beijos abrir em mim mais uma cicatriz, teus gemidos ácidos a tirar-me a sanidade, ei de ser a minha verdade, tornei-me escravo de tuas mentiras, emoções traídas, ainda assim apaixonadas, ilusórias memórias que cultivei, teu passos ei de seguir, tua memória ei de eternizar, não importa onde terei de chegar, nada importará se não junto a ti, faço as malas e trago comigo seu perfume, ao amanhecer ei de novamente partir.
- Thiago Rafael.
Nenhum comentário:
Postar um comentário