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Caminho.

Do teu sobrenome fiz um poema, um dilema o qual fielmente ei de seguir, escrever os sonhos na ponta do nariz, ir onde somente eu posso, fazer o que gosto e quando quiser, se acaso alguém me disser que é errado, não vou de encontro ao acaso, continuarei até que forças me faltem, tenho consciência do que faço, não sou tudo que falo mas posso metade disso cumprir, mesmo que este desenfreado desejo não me leve a lugar algum, ao fim de tudo não terei arrependimento nenhum, pois vivi momentos que nem mesmo o tempo irá rouba-los de mim.

- Thiago Rafael.

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