Trás pro colo o bocejo calado, mais um trago no refrigerante quase sem gás, a mão que leva não é a mesma que trás, mania incerta de seguir caminhos desiguais, vendado a beira de um precipício leito, consolar as águas que dormem no pote de barro feito, beijar a testa no desejar de boa noite, esquecer as marcas nas costas depois do açoite, a madrugada reclama o sono moribundo, acordar cedo é preciso pois lá fora há um mundo chamando-o de vagabundo...
- Thiago Rafael.
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