Quero-te não mais que a mim, clamo-te mas em silêncio beijo-me, olho-te por trás do meu reflexo, te invejo na minha sabedoria, sorriu de tua tristeza quando choro de tua alegria, alérgico a tua boca que tanto foi minha, esvaio-me do teu abrigo que residem meus lençóis, um nós tão sozinho quanto a palavra eu, sou teu não mais que meu, céu não mais que terra, incerta ceta que aponta-me caminhos guiando-me aos seus, és meu teu nosso entender, na calada tarde que insiste em chover lágrimas tuas em turvas feições do meu ser...
- Thiago Rafael.
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