Estender as mãos para se ter aquilo que se teve sempre por perto, escrever o verso em linhas turvas com palavras alheias, apostar as moedas na incerteza nítida de falsa alegria, recolher a tristeza e a saudade que de tão inquieta chega a ser quente, na frieza que cutuca a gente nas madrugadas chuvosas que tentamos dormir...
- Thiago Rafael
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