Inverto-me reinventando-me,
Enterro-me mergulhando em pranto,
O mudo filme em preto e branco,
Sou sentimento que perde-se no tempo,
O vento que de tão fraco não move moinhos,
Ninho sob o seco alto galho da arvore morta,
Porto que não atracam navios,
Serventia de nada sob a vida imposta a mim,
A mão oposta de um caminho sem fim...
- Thiago Rafael.
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