Dai-me teu amor que dele não preciseis, tanto tiveste-o ainda assim desvalorizeis, dizeis ao semblante amado com teu falso brilho no olhar, amar até que a morte vos separe, insistes outro coração enganar, faleis de sentimentos em decomposição, teu coração funesto saboreia o sangue alheio que escorre entre teus dedos, fazeis vitimas em cada beco que passais, dizeis coisas banais que facilmente escorrem pelos ouvidos carentes, bem como a goela que reclama um amargo gole, tuas palavras o veneno envolve, devolve a mim o semblante que roubas-te, cansei de vestir este disfarce, um brilho no olhar com falsa ternura, ando desenfreado sob trilhos que sustentam minha loucura, amar-te causou-me danos que não há cura...
- Thiago Rafael
Nenhum comentário:
Postar um comentário